
Tanto reclamamos das dores e sofrimentos da vida, não?
Mais de que seria a vida sem tal encargo? Digo mais, de onde e de que tiraríamos força extra para o dia-a-dia se não de tal fardo?
Nos dias de inverno ou até mesmo de primavera de onde sairiam às qualidades e elegâncias do homem (poeta). Nem suas barbas, bigodes e toda pelugem que se reveste o corpo (do poeta), não só do frio, mais também deste encargo psico/sentimental, de dor e magoa misturados sempre (quase) a bons sentimentos.
Nada disso faria ou teria sentido, se fossemos (poetas) todos sem problema algum, dor ou sofrimento.
Porém nada adiantaria tal sofrimento e fortificação, se após o caso, não pudéssemos desfrutar uma liberdade sentimental prospera e bela pelos geradores deste encargo.
Então vivemos a dor somente para superá-la. Porém nos habituamos a vivenciar a dor para que sejamos sempre elegantes e (talvez) românticos (os poetas).
Na verdade todos nós homens que gostamos (apaixonadamente) do charme da vida, as barbas e a elegância, todos nós “poetas” não passamos de cafajestes sentimentais!
Pois amamos todas as belas de nossas poesias, quantas; Marílias, Cecílias, Rebecas e Marias.
Mais com todo este sentimento, ainda nos cafajestiamos para sentirmos o mínimo de dor. Para nos satisfazermos na verdade, não para conquistar algo (alguém) que constantemente temos em nossas mãos!
Mais de que seria a vida sem tal encargo? Digo mais, de onde e de que tiraríamos força extra para o dia-a-dia se não de tal fardo?
Nos dias de inverno ou até mesmo de primavera de onde sairiam às qualidades e elegâncias do homem (poeta). Nem suas barbas, bigodes e toda pelugem que se reveste o corpo (do poeta), não só do frio, mais também deste encargo psico/sentimental, de dor e magoa misturados sempre (quase) a bons sentimentos.
Nada disso faria ou teria sentido, se fossemos (poetas) todos sem problema algum, dor ou sofrimento.
Porém nada adiantaria tal sofrimento e fortificação, se após o caso, não pudéssemos desfrutar uma liberdade sentimental prospera e bela pelos geradores deste encargo.
Então vivemos a dor somente para superá-la. Porém nos habituamos a vivenciar a dor para que sejamos sempre elegantes e (talvez) românticos (os poetas).
Na verdade todos nós homens que gostamos (apaixonadamente) do charme da vida, as barbas e a elegância, todos nós “poetas” não passamos de cafajestes sentimentais!
Pois amamos todas as belas de nossas poesias, quantas; Marílias, Cecílias, Rebecas e Marias.
Mais com todo este sentimento, ainda nos cafajestiamos para sentirmos o mínimo de dor. Para nos satisfazermos na verdade, não para conquistar algo (alguém) que constantemente temos em nossas mãos!
César Homero Silveiro!
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