
...era tão evidênte.
"Quando eu digo que deixei de te amar
É por que te amo
Quando eu digo que não quero mais você,
É por que te quero
Eu tenho medo de te dar meu coração
E de confessar que estou nas tuas mãos
Mas não posso imaginaro que vai ser de mim
Se eu te perder um dia
Eu me afasto e me defendo de você,mas depois me entrego
Faça tipo, falo coisas que eu não sou,
Mas depois eu nego
Mas a verdade
é que eu sou louco por você
E tenho medo de pensar em te perder
Eu preciso aceitar que não dá mais
para separar as nossas vidas"

E então ainda arrumo tempo sim para remoer velhas magoas... (e ainda falam que não sou cafajeste).
E o fim da estrada...
"Infelizmente
Não iremos ao fim da estrada
Eu bem sei que estás cansada
E eu também cansei
Só peço que respeites
O nome que te dei
E pelo amor de Deus
Não negues que te amei
Já me convenço
Bem melhor não ter partido
Veja agora o resultado
Nós somos dois perdidos
Faz o que te digo, amor
Vá, voltes daqui
Eu quero te ver contente
Te ver alegre
Sempre a sorrir"
César Homero com certeza escreveria um século sobre isso... mais não há encontros entre ele com o próprio ego, ou a inspiração!
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