Existem algumas peculiaridades na vida.
É sempre tão fácil deixarmos tudo, exatamente TUDO de lado, e achar que agora vamos ser felizes. E então nós deixamos aquilo com que convivemos tempos, talvez anos, às vezes dias que se transformam num tempo excedente, não pelo próprio tempo decorrido, e sim pela intensidade vivida.
Daí é sempre muito bom viver isso... mais o pior não é deixarmos tudo, ou largarmos tudo mais de uma vez... afinal somos feitos de riscos e tentativas de sermos melhor do que já somos.
O que é realmente ruim, que nos torna literalmente babacas, é à volta. Nos triunfos, estufamos o peito, demonstramos responsabilidades extras que não temos por obrigação tomá-las para nós, mas tomamos.
É que realmente nós tentamos N coisas na vida, e quando tal não da certo, nós pegamos daquele nó, e damos continuidade dali em diante.
Agora quando há o regresso, o retorno do marco inicial, a gente se sente horrível. E nos culpamos desse asco vivido... e nem nos lembramos que tudo isso só foi vivido por que nós mesmos enfatizamos essa história.
A mulher que nos corrompe com suas coxas e suas barrigas... que nos tornam tão vulneráveis a nós mesmos.
O trabalho que nos seduz, com propostas de melhorias em nossas vidas, com capacidade de sermos os melhores... e nunca vem o tal reconhecimento.
As amizades, que muito poucas, porém reais, que nos mostram que estão lá sempre... sempre quando precisamos. Mesmo quando uma parcela dessa tal “amizade” se denomina traidora, mostra sua cara nua e crua, e nos revela que a nossa amizade, que nós mesmos não valemos mais nada para tal traição.
Mais não vem ao caso recomeçar por tal. E sim por vontade própria.
“Como vai você?
Eu preciso saber,
da sua vida.
Peço alguém
para me contar,
sobre o seu dia!”
Não digo palavras curtas, porém não me faço prolixo.
Me faço assim... João, Otávio, César, Homero, Luis, Augusto ou até mesmo... CHUCKIE!
Não me digo prospero e nem digno de prever meu futuro.
Somente levando... nada mais!
É sempre tão fácil deixarmos tudo, exatamente TUDO de lado, e achar que agora vamos ser felizes. E então nós deixamos aquilo com que convivemos tempos, talvez anos, às vezes dias que se transformam num tempo excedente, não pelo próprio tempo decorrido, e sim pela intensidade vivida.
Daí é sempre muito bom viver isso... mais o pior não é deixarmos tudo, ou largarmos tudo mais de uma vez... afinal somos feitos de riscos e tentativas de sermos melhor do que já somos.
O que é realmente ruim, que nos torna literalmente babacas, é à volta. Nos triunfos, estufamos o peito, demonstramos responsabilidades extras que não temos por obrigação tomá-las para nós, mas tomamos.
É que realmente nós tentamos N coisas na vida, e quando tal não da certo, nós pegamos daquele nó, e damos continuidade dali em diante.
Agora quando há o regresso, o retorno do marco inicial, a gente se sente horrível. E nos culpamos desse asco vivido... e nem nos lembramos que tudo isso só foi vivido por que nós mesmos enfatizamos essa história.
A mulher que nos corrompe com suas coxas e suas barrigas... que nos tornam tão vulneráveis a nós mesmos.
O trabalho que nos seduz, com propostas de melhorias em nossas vidas, com capacidade de sermos os melhores... e nunca vem o tal reconhecimento.
As amizades, que muito poucas, porém reais, que nos mostram que estão lá sempre... sempre quando precisamos. Mesmo quando uma parcela dessa tal “amizade” se denomina traidora, mostra sua cara nua e crua, e nos revela que a nossa amizade, que nós mesmos não valemos mais nada para tal traição.
Mais não vem ao caso recomeçar por tal. E sim por vontade própria.
“Como vai você?
Eu preciso saber,
da sua vida.
Peço alguém
para me contar,
sobre o seu dia!”
Não digo palavras curtas, porém não me faço prolixo.
Me faço assim... João, Otávio, César, Homero, Luis, Augusto ou até mesmo... CHUCKIE!
Não me digo prospero e nem digno de prever meu futuro.
Somente levando... nada mais!
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